Cordeis - A lenda da Serpente | A profecia de frei Vidal

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A lenda da Serpente do Araras

Mailson Furtado apresenta em cordel a lenda mais popular do açude Araras, a margear a cidade de Varjota (e motivo desta), no noroeste cearense, marcado como um dos mares do sertão. O dito entranhado no folclore da região traz a história de um grande réptil preso à barragem com relatos de assombros e tragédias a pescadores, lavadeiras e visitadores das águas do açude. Mailson compila uma série de explicações, advindas da própria literatura oral, para a existência da cobra: o cemitério da antiga vila, submerso; as mortes durante a própria construção; e latarias de tratores em sucata – as bestas feras, utilizadas na obra. E a partir disso, mesmo há décadas sem qualquer “aparição”, o bicho segue cada vez mais presente no imaginário do povo, firmando morada e vida em dizeres sem fim.

 

A profecia do Frei Vidal – A cama de baleia de Sobral e o açude Araras

Frei Vidal da Penha, um dos capuchinos encarregados pelas Santas Missões nos sertões cearenses entre os século XVIII e XIX, deixou por onde passou além de marcas de fé como cruzeiros, cemitérios e projetos de capelas e igrejas, muitos ditos marcados por profecias como forma de catequização. Dentre elas, o mito da cama de baleia de Sobral, onde a vila à época, tenderia a se “acabar” por conta de uma inundação do rio Acaraú, salvando-se apenas aqueles que tomassem lugar à igreja de NS da Conceição ou que rumasse à serra da Meruoca, tendo entre outros motivos, coletados por dizeres populares como promessa do frei, uma ave. Um século e meio depois da passem de Vidal, é liberada a construção da barragem do Araras há 10 léguas rio acima, assombrando toda a população da cidade de Sobral e entorno por medo do cumprimento da profecia. O cordel destrincha todo esse dizer e o marca como vivo no imaginário de toda população que segue em crença da profecia estar por vir.

 

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A lenda da Serpente do Araras

Mailson Furtado apresenta em cordel a lenda mais popular do açude Araras, a margear a cidade de Varjota (e motivo desta), no noroeste cearense, marcado como um dos mares do sertão. O dito entranhado no folclore da região traz a história de um grande réptil preso à barragem com relatos de assombros e tragédias a pescadores, lavadeiras e visitadores das águas do açude. Mailson compila uma série de explicações, advindas da própria literatura oral, para a existência da cobra: o cemitério da antiga vila, submerso; as mortes durante a própria construção; e latarias de tratores em sucata – as bestas feras, utilizadas na obra. E a partir disso, mesmo há décadas sem qualquer “aparição”, o bicho segue cada vez mais presente no imaginário do povo, firmando morada e vida em dizeres sem fim.

16 pag
Aluá Edições
Editor: Rodrigo Marques
Capa: Silva Barros

A profecia do Frei Vidal – A cama de baleia de Sobral e o açude Araras

Frei Vidal da Penha, um dos capuchinos encarregados pelas Santas Missões nos sertões cearenses entre os século XVIII e XIX, deixou por onde passou além de marcas de fé como cruzeiros, cemitérios e projetos de capelas e igrejas, muitos ditos marcados por profecias como forma de catequização. Dentre elas, o mito da cama de baleia de Sobral, onde a vila à época, tenderia a se “acabar” por conta de uma inundação do rio Acaraú, salvando-se apenas aqueles que tomassem lugar à igreja de NS da Conceição ou que rumasse à serra da Meruoca, tendo entre outros motivos, coletados por dizeres populares como promessa do frei, uma ave. Um século e meio depois da passem de Vidal, é liberada a construção da barragem do Araras há 10 léguas rio acima, assombrando toda a população da cidade de Sobral e entorno por medo do cumprimento da profecia. O cordel destrincha todo esse dizer e o marca como vivo no imaginário de toda população que segue em crença da profecia estar por vir.

8 pag
Aluá Edições
Editor: Rodrigo Marques
Capa: Silva Barros

 

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